<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" ?><?xml-stylesheet type="text/xsl" href="/plugins/xml/index.xsl.php" ?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>Adeporto - Agência de Energia do Porto</title><link>http://www.adeporto.eu</link><language>pt</language><item><title>SITMe é o nome do projeto que nos próximos seis meses vai circular na linha 207 da STCP</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=229</link><description><![CDATA[<P>SITMe (Serviços Integrados para Transportes Metropolitanos) é o nome do sistema de Internet e televisão digital desenvolvido por um consórcio liderado pela Xarevision, no qual participaram o INESC TEC e as Faculdades de Engenharia (FEUP) e de Economia (FEP) da Universidade do Porto, para os autocarros da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP). Este sistema já se encontra disponível para os utilizadores na linha 207 (Campanhã/Mercado da Foz) da STCP.<BR>&nbsp;<BR>Com uma duração de seis meses, o SITMe vai estar presente em 11 autocarros e, através de dois ecrãs instalados nos veículos, vai disponibilizar notícias, informação e entretenimento aos passageiros. O Semanário Grande Porto e o Porto Canal são os meios responsáveis por disponibilizar informação atualizada sobre a região do Grande Porto.</P>
<P><STRONG>Múltiplas tecnologias garantem conectividade permanente<BR></STRONG>&nbsp;<BR>Este equipamento de comunicações para transportes públicos é capaz de usar várias tecnologias de redes sem fios tais como 3G, Wi-Fi ou WiMax. O equipamento escolhe de forma inteligente e cognitiva a tecnologia que garanta maior largura de banda (bit/s) em cada ponto do percurso da linha de autocarros, oferecendo uma extensa capacidade de comunicação aos passageiros do autocarro.<BR>&nbsp;<BR>A experiência dos utilizadores dos transportes públicos da área metropolitana do Porto sai assim melhorada porque este sistema de comunicações garante um acesso à Internet com largura de banda máxima em todos os pontos do percurso, sendo capaz de atingir débitos na ordem dos 40 Mbit/s. Além dos serviços de Internet e TV Digital para os utilizadores, o SITMe pode ainda vir a ser usado na implementação de serviços de videovigilância ou de serviços de apoio ao condutor do veículo, contribuindo assim para uma gestão mais segura e eficiente da rede de transportes públicos.</P>
<P><STRONG>Intermodalidade no horizonte do SITMe</STRONG><BR>&nbsp;<BR>A arquitectura de comunicações desenvolvida encontra-se preparada para que no futuro possa incluir metros e táxis, permitindo que os passageiros usem o serviço de forma contínua durante uma viagem que inclua diferentes tipos de transporte.<BR>&nbsp;<BR>O projeto SITMe teve início em Setembro de 2009, desde então foi desenhada a arquitectura do sistema actual e desenvolvido todo o software que está neste momento em funcionamento nos autocarros. Com menos de um mês de operação, o piloto conta já com milhares de utilizadores do serviço de acesso à Internet a bordo dos autocarros e com dezenas de GByte de tráfego transferidas.<BR></P>
<P><STRONG>SITMe é base para novos projetos de redes sem fios</STRONG><BR>&nbsp;<BR>Tânia Calçada, investigadora do INESC TEC envolvida no SITMe, afirma que este projecto abre as portas para novas iniciativas no âmbito das redes sem fios. “Após os seis meses de duração do piloto, o SITMe chegará ao fim. Mas, na área de redes sem fios da Unidade de Telecomunicações e Multimédia do INESC TEC vão continuar os trabalhos de investigação no âmbito das redes de comunicações sem fios vocacionadas para transportes. A experiência e o conhecimento adquiridos durante este projecto deram já origem a novas ideias que serão exploradas em novos projectos de I&amp;D e teses de doutoramento”, salienta.<BR>&nbsp;<BR>Financiado pelo QREN, o SITMe recebeu também apoios da ELO – Sistemas de Informação, da ISGUS (ELO Ibérica S.A.), da ONI e da empresa Porto Digital.<BR>&nbsp;<BR>Apresentado no passado dia 22 de Dezembro nas instalações do INESC TEC, o SITMe estará disponível durante os próximos seis meses de forma gratuita para os utentes da linha 207 da STCP.<BR></P><br><br><img src='http://www.adeporto.eu/fotos/noticias/image_mini_1327502603.jpg']]></description><dc:subject>SITMe é o nome do projeto que nos próximos seis meses vai circular na linha 207 da STCP</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2012-01-25</dc:date></item><item><title>Metro cresce mais de 3,5%</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=227</link><description><![CDATA[<P>O Metro do Porto transportou em 2011 mais de 55,5 milhões de clientes, o que representa uma taxa de crescimento superior a 3,5% face a 2010. No ano passado registaram-se novos aumentos de procura no Metro, que continua a evidenciar uma tendência sólida, apenas interrompida nos meses de Setembro e Outubro, sendo que, em todos os outros, se verificam ganhos face ao período homólogo. </P>
<P>Com a excepção da Linha Azul (A), todas as linhas da rede do Metro do Porto registaram um aumento do número de clientes face a 2010. A Linha Violeta (E) foi a que alcançou um maior crescimento, atingindo um aumento na ordem dos 19% - a Estação do Aeroporto, por si só, cresceu 27% no último ano. Seguem-se a Linha Vermelha, com um acréscimo de clientes em cerca de 3,9%, depois a Linha Verde (C), com 3,3 %, a Linha Amarela (D), com 1,9%, e o tronco comum entre a Senhora da Hora e o Estádio do Dragão, que registou um aumento de cerca de 1,1%. </P>
<P>Em relação à totalidade de clientes por linha no ano de 2011, a Linha Amarela continua a liderar esta lista, tendo conseguido mais de 15,3 milhões de validações. Em segundo lugar está a Linha Azul, que obteve um total acima de 3,4 milhões. Depois apresenta-se a Linha Vermelha com mais 2,7 milhões, a Linha Verde, que registou cerca de 2,4 milhões de movimentações, a Linha Laranja, com um total de mais de 1,2 milhões, e, por fim, a Linha Violeta com 600 mil clientes no período em causa. Já no tronco comum às linhas A, B, C, E e F viajaram no ano passado mais de 30 milhões de clientes. </P>
<P>Trindade, Casa da Música, Campanhã, S. Bento, Bolhão, Senhora da Hora, João de Deus, D. João II, 24 de Agosto e Marquês compõem o top dez das estações mais procuradas em 2011. A velocidade média do Metro fixou-se nos 27,1 km/hora e a taxa de ocupação dos veículos rondou os 20%. O período de maior movimentação continua a ser entre as 17h00 e as 20h00. O mês de maior procura em 2011 foi, como habitualmente sucede, Maio, com quase 5,5 milhões de clientes. <BR></P>]]></description><dc:subject>Metro cresce mais de 3,5%</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2012-01-09</dc:date></item><item><title>Metro chegou a Gondomar há um ano</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=226</link><description><![CDATA[<P>A Linha Laranja (F) completa um ano de vida em movimento e regista um volume de validações em crescimento. Ao longo deste ano, mais de um milhão e 250 mil clientes utilizaram a Linha que liga a Senhora da Hora a Fânzeres, uma ligação que mantém uma média de clientes em dia útil na ordem dos 10 mil (5 mil validações/dia nas estações que a integram). </P>
<P>Levada, Campainha, Fânzeres e Contumil foram as estações mais procuradas durante este primeiro ano de linha laranja. A estação da Levada, que também permite o acesso ao centro comercial Parque Nascente, registou 23,6% do total de validações. Seguem-se a estação de Campainha com uma procura anual na ordem dos 14,5%, a estação de Fânzeres com 12,6% e a estação de Contumil com 12,3%. </P>
<P>A Linha que serve o concelho de Gondomar foi inaugurada no dia 2 de Janeiro de 2011 e com ela somaram-se à rede do Metro do Porto dez novas estações, quatro parques de estacionamento e sete quilómetros de extensão. Com esta Linha, o Metro do Porto conseguiu assegurar a ligação entre sete concelhos (Póvoa do Varzim, Vila do Conde, Maia, Matosinhos, Porto, Vila Nova de Gaia e Gondomar), um marco notável e que ilustra a vontade do Metro querer chegar, cada vez mais, a um número maior de pessoas. </P>
<P>Além disso, e porque o Metro se preocupa em proporcionar o melhor serviço aos seus clientes, a Linha de Gondomar é, apesar da sua cor laranja, bastante verde.Desde a sua inauguração que conta com 2.241 plantações de espécies arbóreas e 3.693 espécies arbustivas e trepadeiras, num total de 123.722m2 de áreas verdes, dos quais 30.231m2 são de relvado. Trata-se do troço mais verde de toda a rede, proporcionando uma agradável vista aos seus utilizadores. <BR>O Metro do Porto voltou-se para zona oriental da cidade e hoje a rede disponibiliza um meio de transporte útil a milhares de pessoas, com a garantia de um serviço rápido, pontual, seguro, eficaz e agradável a nível paisagístico. <BR></P>]]></description><dc:subject>Metro chegou a Gondomar há um ano</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2012-01-07</dc:date></item><item><title>Renováveis atingem os 12,4% em 2010 na UE</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=225</link><description><![CDATA[<P>A União Europeia (UE) alcançou uma quota de 12,4% de renováveis no consumo de energia final em 2010, revelam números do barómetro EurObserv&#39;ER. Este valor representa uma subida de 0,9% comparativamente ao registado em 2009.</P>
<P>Portugal é o quinto país com uma maior quota de renováveis, com 24,7% (igual a 2009), com uma meta de 31% definida para 2020. À sua frente, estão a Suécia (46,9%), Letónia (34,3%), Finlândia (33,6%) e Áustria (30,7%), que ocupam as posições cimeiras, enquanto o Reino Unido (3,3%), Luxemburgo (2,6%) e Malta (0,3%) estão no fim da lista.</P>
<P>Os dados constam do relatório "The state of renewable energy in Europe", que deverá ser publicado pelo EurObserv&#39;ER durante este mês. Segundo a fonte, este crescimento está relacionado com um maior consumo bruto de energia final com origem em fontes de energia renováveis: 145 Mtep (milhões de toneladas equivalentes de petróleo) num consumo bruto de energia final total de 1.170,7Mtep (em 2009, as renováveis correspondiam a 131,6Mtep). Neste sentido, entre 2009 e 2010, a fatia do consumo bruto de energia final com origem em fontes renováveis cresceu 10,2% (+13,4Mtep), face a um aumento de 2,1% (+24,4Mtep) no consumo bruto total de energia final. Com base nestes resultados, os Estados-Membros têm de gerar mais uma centena de Mtep de energia final com origem renovável&nbsp; - o equivalente a uma média anual de 10Mtep por ano - para alcançar a meta europeia definida para 2020 (uma quota de 20% de renováveis).</P>
<P>O relatório mostra ainda que a percentagem de renováveis no consumo de electricidade subiu de 18,2% em 2009 para 19,8% em 2010. Também no consumo doméstico de energia foi registado um aumento da quota de renováveis de 9,1% para 9,9%, respectivamente.</P>
<P>O barómetro EurObserv&#39;er é um projecto apoiado pela Comissão Europeia, em particular pelo programa Energia Inteligente Europa. O relatório "The state of renewable energy in Europe" poderá ser consultado em <A href="http://www.eurobserv-er.org">www.eurobserv-er.org</A>.</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><BR>&nbsp;</P>]]></description><dc:subject>Renováveis atingem os 12,4% em 2010 na UE</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2012-01-05</dc:date></item><item><title>2012 - Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=228</link><description><![CDATA[<P>A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2012 como o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos (International Year of Sustainable Energy for All).</P>
<P>O objectivo principal desta escolha é melhorar o acesso generalizado à energia e consciencializar a população mundial para a necessidade de promover uma utilização sustentável dos recursos energéticos, duplicando o peso global da energia renovável e melhorando a eficiência energética até 2030.</P>
<P>Segundo dados da ONU, 1,4 mil milhões de pessoas em todo o mundo não tem acesso universal à electricidade e mil milhões só tem acesso parcial, uma realidade que prejudica gravemente o nível de desenvolvimento e a qualidade de vida destas populações devido à permanente carência no acesso a outros bens, nomeadamente, materiais, mas também à educação, à saúde e ao lazer.</P>
<P>Reduzir o consumo de combustíveis fósseis, como o petróleo, responsáveis pela emissão de gases com efeito de estufa e aumentar o recurso a energias renováveis (solar, eólica, etc.) é um dos caminhos apontados para se atenuar as desigualdades entre os países mais desenvolvidos e os restantes.</P>
<P>O lançamento deste tema constitui mais uma oportunidade para se debater a distribuição da energia disponível e da que é necessária a nível planetário, destacando com especial enfoque as formas de energia mais sustentáveis e acessíveis a todos, promovendo um desenvolvimento mais equilibrado e a construção de sociedades mais justas.</P>
<P>Poderá acompanhar o International Year of Sustainable Energy for All&nbsp;através: <BR><A href="http://www.sustainableenergyforall.org/">http://www.sustainableenergyforall.org/</A></P><br><br><img src='http://www.adeporto.eu/fotos/noticias/sefa_iy_horizontal_neg_1327057459.jpg']]></description><dc:subject>2012 - Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2012-01-02</dc:date></item><item><title>Município da Póvoa de Varzim estabeleceu protocolo para Melhor(Ar) a Norte </title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=224</link><description><![CDATA[<DIV>A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim estabeleceu, em Abril de 2009, um Protocolo de Cooperação com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), que visa a melhoria dos principais indicadores da qualidade do ar da região norte.<BR></DIV>
<DIV>O protocolo celebrado, entre as entidades supracitadas, visa uma eficiente e fiável concretização de medidas propostas no âmbito do Programa de Melhoria da Qualidade do Ar na Região Norte cujo objectivo fundamental refere-se à melhoria dos principais indicadores da qualidade do ar da região norte, designadamente de partículas em suspensão, principal causa da diminuição da qualidade do ar nesta região. </DIV>
<DIV><BR>Neste protocolo, a Autarquia assumiu então, a execução de algumas medidas, que contribuem para a efectiva redução dos níveis de partículas da região norte respondendo ao desafio colocado pela CCDR-N. Essas medidas de execução passam pela sensibilização e formação da população em geral sobre a poluição atmosférica, renovação das frotas de veículos de recolha de Resíduos Sólidos e Urbanos (RSU), corte de ruas ao trânsito, inventariação e reforço da fiscalização do licenciamento das unidades comerciais e industriais, redução das emissões da combustão residencial e redução das emissões de partículas das obras de construção civil.<BR></DIV>
<DIV><BR>&nbsp;</DIV><br><br><img src='http://www.adeporto.eu/fotos/noticias/image_mini_1325517131.jpg']]></description><dc:subject>Município da Póvoa de Varzim estabeleceu protocolo para Melhor(Ar) a Norte </dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2011-12-30</dc:date></item><item><title>Comissão Europeia apresenta Roteiro para a Energia 2050</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=222</link><description><![CDATA[<P>A Comissão Europeia apresentou, a 15 de Dezembro, em Bruxelas o "Roteiro para a Energia 2050", que define a estratégia para alcançar um sector energético seguro, competitivo e hipocarbónico. Com a meta de reduzir mais de 80% das emissões de carbono até 2050, o documento indica qual o caminho a seguir sem que o aprovisionamento energético e a competitividade sejam prejudicados.</P>
<P>O Roteiro para a Energia analisa vários cenários, nos quais são exploradas as consequências de um sistema energético isento de carbono, assim como o quadro de políticas necessário para esse efeito. Bruxelas pretende que este seja um guia de orientação para Estados-Membros na tomada de decisões no âmbito da energia e no sentido de estes conseguirem criar um clima empresarial estável para o investimento privado, especialmente até 2030.</P>
<P>O comissário europeu para a Energia, Gunther Oëttinger, explicou, durante a apresentação do documento, que esta "análise se baseia em cenários ilustrativos, resultantes da combinação, sob diversas formas, das quatro principais vias de descarbonização (eficiência energética, energias renováveis, energia nuclear e captação e fixação do carbono). Nenhum dos cenários é passível de se materializar, mas todos indicam claramente, para os próximos anos, um conjunto de opções que &#39;não comprometem&#39;".</P>
<P>O Roteiro para a Energia 2050 defende que a descarbonização do sistema energético é técnica e economicamente viável, destacando o papel crucial da eficiência energética, das energias renováveis e de uma abordagem europeia comum que inclui um mercado comum da energia. De acordo com a estratégia, investimentos precoces podem evitar custos mais dispendiosos&nbsp; nos próximos vinte anos. É também necessário conter a subida dos preços. "Os investimentos feitos hoje abrirão caminho aos melhores preços no futuro", refere a Comissão. "Os preços da electricidade deverão subir até 2030, mas poderão baixar em seguida, graças à diminuição do custo do aprovisionamento, a políticas de poupança e ao aperfeiçoamento das tecnologias. Os custos serão contrabalançados pelo nível elevado de investimento sustentável injectado na economia europeia, pela correspondente criação de emprego local e por uma menor dependência em relação às importações. Todos os cenários chegam à descarbonização sem grandes diferenças em termos de custos globais ou de implicações no respeitante à segurança do aprovisionamento", explica.</P>
<P>A este Roteiro, de acordo com a Comissão Europeia, seguir-se-ão outras iniciativas durante os próximos anos para domínios específicos de política energética, começando com propostas sobre o mercado interno, as energias renováveis e a segurança nuclear já em 2012.<BR></P>]]></description><dc:subject>Comissão Europeia apresenta Roteiro para a Energia 2050</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2011-12-29</dc:date></item><item><title>LIPOR ganha 4º lugar no ranking do Índice ACGE</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=223</link><description><![CDATA[<P>O Índice ACGE (Alterações Climáticas e Gestão de Empresas) que estabelece um ranking anual para avaliar a resposta das empresas ao desafio das alterações climáticas e a uma economia de baixo carbono, promovido pela Euronatura – Centro para o Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentado, classificou a LIPOR entre as 10 melhores, a par de grandes empresas nacionais, tendo ocupado a LIPOR o 4º lugar do referido ranking. </P>
<P>Relativamente ao ano anterior a LIPOR subiu uma posição no ranking (em 2010, ocupou o 5º lugar) ficando à frente de grandes empresas como a EDP, Vodafone, BES, Sonaecom, Millenium BCP, entre outras. </P>
<P>Esta classificação reconhece o compromisso da LIPOR e dos Municípios seus associados com o Desenvolvimento Sustentável e significa a plena integração da questão das alterações climáticas na sua atividade. </P>
<P>Sobre o Índice ACGE:<BR>O Índice ACGE, na sua 7ª edição anual, estabelece um ranking que permite avaliar a resposta das empresas ao desafio das alterações climáticas e a uma economia de baixo carbono; torna possível a confrontação dos resultados das políticas de gestão de diversos actores, numa perspectiva de competitividade e melhoria de desempenho, assumindo também uma dimensão de sensibilização e informação pública.<BR>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><BR>&nbsp;<BR></P>]]></description><dc:subject>LIPOR ganha 4º lugar no ranking do Índice ACGE</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2011-12-29</dc:date></item><item><title>Recolha Selectiva de Óleos Alimentares Usados arrancou em Matosinhos</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=221</link><description><![CDATA[<P>No passado dia 19 de Dezembro, arrancou em Matosinhos, o projecto de recolha selectiva de óleos alimentares Usados (OAU). O MAR Shopping foi o palco escolhido para, de forma simbólica, marcar este arranque. A LIPOR está actualmente empenhada, juntamente com os Municípios Associados, em implementar uma Rede de Recolha Seletiva Supramunicipal de Óleos Alimentares Usados (OAU) na sua área de intervenção. </P>
<P>O Município de Matosinhos é o quarto Município da área de intervenção da LIPOR a avançar com este projecto. Até ao final do ano o projeto estará em vigor nos restantes Municípios. Matosinhos conta já com a instalação de 31 oleões em espaços de acesso público.&nbsp; </P>
<P>Com esta estratégia da LIPOR o que se pretende é: </P>
<P>• Dotar os Municípios com equipamento adequado (oleões) para deposição de OAU, de acordo com as exigências do DL nº 267/2009 de 29 de setembro;<BR>• Envolver os Cidadãos na correcta deposição destes resíduos;<BR>• Sensibilizar a população para a adopção das melhores práticas a nível da gestão dos OAU;<BR>• Demonstrar as vantagens da reciclagem dos OAU, nomeadamente na produção de biodiesel, o que permite melhorias a nível de impacto ambiental;<BR>• Garantir um destino final adequado aos OAU;<BR>• Contribuir para o cumprimento dos objectivos da política energética, para a redução das emissões de GEE e para o cumprimento do Protocolo de Quioto. </P>
<P>Este projecto resulta de uma parceria entre LIPOR, Municípios e EGI – Gestão de Resíduos, esta última entidade responsável pela manutenção e recolha dos oleões e pela valorização dos OAU, que serão transformados em biodiesel.<BR>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>]]></description><dc:subject>Recolha Selectiva de Óleos Alimentares Usados arrancou em Matosinhos</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2011-12-21</dc:date></item><item><title>A Eco-Magia do Natal na Póvoa de Varzim</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=220</link><description><![CDATA[<DIV>Nesta quadra, como já vem sendo hábito, o Pelouro do Ambiente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, através do Gabinete de Interpretação Ambiental, lançou o desafio às instituições educativas do concelho, públicas e privadas, de participar nos concursos Eco-Rotundas e Eco-Presépios, colorindo, criativamente, as rotundas da cidade, e trabalhando um dos elementos mais simbólicos da quadra natalícia, o Presépio, recorrendo apenas a materiais recicláveis. </DIV>
<DIV>&nbsp;</DIV>
<DIV>Concluídos os trabalhos, nos últimos dias, foi tempo de fazer a instalação das produções artísticas pelas rotundas seleccionadas e, na entrada do edifício dos Paços do Concelho, expor os Eco-Presépios. Agora, é tempo de desfrutar das obras de arte e sentir a magia e a emoção em cada uma das instalações, que se prolongará até 6 de Janeiro de 2012.<BR></DIV>
<DIV>Verificará, em cada uma das peças realizadas, quer seja nas Eco-Rotundas, quer nos Eco-Presépios, a expressão da comunidade educativa, com o envolvimento dos alunos, dos professores, dos pais e dos técnicos auxiliares, evidenciando-se a atenção pela pedagogia, o interesse na aprendizagem de novas competências, o carinho na selecção e na aplicação dos materiais, enfim, uma verdadeira acção de educação e de Boas Festas!</DIV>
<DIV>&nbsp;</DIV>
<DIV>Não se prevê tarefa fácil para o Júri que irá avaliar e decidir sobre os prémios a atribuir, tal é a qualidade dos trabalhos realizados. É natural, por isso, que neste momento se apresentem os parabéns a todos os envolvidos, sem excepção, aos que dinamizam e aos que participam, e de igual modo se convide a comunidade a visitar os vários trabalhos porque, efectivamente, desse modo estará a valorizar o esforço e o empenho dos participantes e assim, talvez, a conceder o melhor e mais significativo prémio para a iniciativa.</DIV>
<DIV>&nbsp;</DIV>
<DIV>Os participantes deste ano no concurso Eco-Rotundas são: os utentes do MAPADI – Movimento de Apoio de Pais e Amigos ao Diminuído Intelectual, que irão dar luz à rotunda da Central de Camionagem; os alunos da Educar e Prevenir que, por sua vez, vestem a rotunda da Telecom; o Colégio Amorim, que participa dando cor à rotunda da Via B e, finalmente, o Colégio Contemporâneo, que traz alegria à rotunda do Hospital. Este concurso conta ainda com o patrocínio da INB Recicla, Motoventura, JMVendeiro e Papelaria Locus. Para uma viagem antecipada pelas rotundas, pode consultar directamente <A href="http://www.cm-pvarzim.pt/ambiente-e-urbanismo/educacao-ambiental/galeria-de-imagens/eco-rotundas-2011">aqui</A>.</DIV>
<DIV>&nbsp;</DIV>
<DIV>No que respeita ao concurso Eco-Presépios, temos os seguintes participantes: Centro Social de Beiriz; Colégio de Amorim; Educar e Prevenir; EB1 do Desterro; Escola Básica do Teso e a Escola de Barros, na Estela e a Escola Básica da Aldeia, na Aguçadoura sendo que os patrocinadores deste concurso são o ITRON, Fernando Lopes, Unipessoal e Domus Mate. Esta é uma exposição diversificada, rica em imaginação, cor e simbolismo e que pode ser visitada na entrada dos Paços do Concelho. Ainda assim, levantamos um pouco o véu sobre a exposição, convidando a uma viagem virtual&nbsp; <A href="http://www.cm-pvarzim.pt/ambiente-e-urbanismo/educacao-ambiental/galeria-de-imagens/eco-presepios-2011/">aqui</A>.<BR>&nbsp;</DIV>
<DIV>Esta iniciativa procura motivar todos os visados a viver a quadra de forma mais intensa, harmoniosa e amiga, ao mesmo tempo, que espalha a notícia à população em geral, e às novas gerações em particular, sobre a necessidade de introduzir nos seus hábitos as boas-práticas no que concerne ao ambiente, evitando o desperdício de materiais, reduzindo, reutilizando, reciclando, isto é, ensaiando uma nova atitude em que Poupar, significa Viver Melhor e, com isso, ganhar um Concelho de Bom Ambiente!<BR></DIV><br><br><img src='http://www.adeporto.eu/fotos/noticias/eco_rotundas_1324034797.jpg']]></description><dc:subject>A Eco-Magia do Natal na Póvoa de Varzim</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2011-12-16</dc:date></item><item><title>Recolha Selectiva de Óleos Alimentares Usados arrancou em Vila do Conde</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=219</link><description><![CDATA[<DIV>No passado&nbsp;dia 13 de dezembro, arrancou em Vila do Conde, o projecto de recolha selectiva de Óleos Alimentares Usados (OAU). A Escola EB 2.3 Júlio - Saúl Dias foi o palco escolhido para, de forma simbólica, marcar este arranque. A LIPOR está actualmente empenhada, juntamente com os Municípios Associados, em implementar uma Rede de Recolha Selectiva Supramunicipal de Óleos Alimentares Usados na sua área de intervenção. </DIV>
<DIV>&nbsp;</DIV>
<DIV>O Município de Vila do Conde é o quinto Município da área de intervenção da LIPOR a avançar com este projecto. Até ao final do ano o projeto estará em vigor nos restantes Municípios. Vila do Conde conta já com a instalação de 29 oleões no Município em espaços de acesso público. </DIV>
<DIV>&nbsp;</DIV>
<DIV>Com esta estratégia da LIPOR o que se pretende é: </DIV>
<DIV>• Dotar os Municípios com equipamento adequado (oleões) para deposição de OAU, de acordo com as exigências do DL nº 267/2009 de 29 de Setembro;<BR>• Envolver os Cidadãos na correcta deposição destes resíduos;<BR>• Sensibilizar a população para a adoção das melhores práticas a nível da gestão dos OAU;<BR>• Demonstrar as vantagens da reciclagem dos OAU, nomeadamente na produção de biodiesel, o que permite melhorias a nível de impacto ambiental;<BR>• Garantir um destino final adequado aos OAU;<BR>• Contribuir para o cumprimento dos objectivos da política energética, para a redução das emissões de GEE e para o cumprimento do Protocolo de Quioto. </DIV>
<DIV>&nbsp;</DIV>
<DIV>Este projecto resulta de uma parceria entre LIPOR, Municípios e EGI – Gestão de Resíduos, esta última entidade responsável pela manutenção e recolha dos oleões e pela valorização dos OAU, que serão transformados em biodiesel.<BR>&nbsp;</DIV>
<DIV><BR>&nbsp;</DIV>]]></description><dc:subject>Recolha Selectiva de Óleos Alimentares Usados arrancou em Vila do Conde</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2011-12-15</dc:date></item><item><title>Metro do Porto comemora nove anos de operação</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=218</link><description><![CDATA[<P>O Metro do Porto comemora nove anos de operação e regista um cada vez maior número de clientes. Ao todo, desde o «primeiro dia» o Metro transportou já mais de 330 milhões de pessoas, numa rede que cobre os principais municípios da Área Metropolitana do Porto e que gera benefícios ambientais, económicos e sociais estimados em cerca de 8 mil milhões de euros. </P>
<P>O Sistema Ligeiro da Área Metropolitana do Porto foi oficialmente inaugurado a 7 de Dezembro de 2002 pelo então Primeiro-ministro Durão Barroso. Na altura, entrou em funcionamento apenas a Linha Azul (A), numa extensão de 12 quilómetros, entre a Trindade e o Senhor de Matosinhos e servindo 18 estações. Nove anos depois, o sistema conta com seis linhas, servindo sete municípios, e integra 81 estações ao longo de 67 quilómetros de extensão. </P>
<P>O Metro do Porto transporta cerca de 5 milhões de clientes por mês, numa média superior a 200 mil por dia útil. A tendência de crescimento do sistema é ininterrupta e está consolidada. O Metro conta já mais 330 milhões de clientes transportados desde a entrada em operação comercial. </P>
<P>No ano de 2011 e até ao momento, o Metro do Porto transportou perto de 2 milhões de clientes a mais do que no mesmo período do ano anterior, apresentando um taxa de crescimento acumulada que ronda os 4%. </P>
<P>A repartição da procura pelas várias linhas demonstra uma forte predominância do tronco comum entre as estações da Senhora da Hora e do Estádio do Dragão, bem como da Linha Amarela (Hospital de S. João - Santo Ovídio). As restantes linhas da rede, mais dadas a movimentações de natureza pendular, atingem valores relativos inferiores. </P>
<P>De acordo com os dados mais recentes (ainda sem dados relevantes quanto à mais recente estação da rede, Santo Ovídio), o «Top 10» de procura nas estações é liderado pela da Trindade (mais de 40 mil validações diárias, em média dia útil), elenca sete estações na cidade do Porto, duas em Vila Nova de Gaia e uma em Matosinhos: </P>
<P>Trindade&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 19,0% <BR>Casa da Música&nbsp;&nbsp;&nbsp; 5,9% <BR>Campanhã&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 4,7% <BR>São Bento&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 4,4% <BR>Bolhão&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 4,3% <BR>Senhora da Hora&nbsp; 3,9% <BR>João de Deus&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 3,4% <BR>D. João II&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2,8% <BR>24 de Agosto&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2,5% <BR>Sete Bicas&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2,5% <BR>Restantes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 46,6% </P>
<P><BR>De realçar é ainda o facto de 62% dos clientes do Metro terem menos de 35 anos, o que faz com que o público jovem seja, até ao momento, o que mais beneficia do serviço. Além disso, 30% dos clientes são estudantes. </P>
<P>Os nove anos de operação do Metro do Porto traduzem um conjunto de vantagens ambientais, económicas e sociais conhecidas e valorizadas pelos cidadãos, sendo que, de acordo com os números da avaliação de retorno do projecto (num profundo estudo levado a cabo pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e pela Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, tornado público em Março de 2008), o valor actualizado líquido ronda os 8 mil milhões de euros de benefícios. Do ponto de vista, individual, os benefícios são avaliados em 340 euros anuais para cada cidadão da Área Metropolitana do Porto (não cliente do Metro) e em cerca de 1.300 euros anuais para cada cliente. <BR></P>]]></description><dc:subject>Metro do Porto comemora nove anos de operação</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2011-12-07</dc:date></item><item><title>Portugal é o 14º país com melhor desempenho na avaliação do comportamento entre os 58 países mais industrializados          </title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=215</link><description><![CDATA[Portugal é o 14º país com melhor desempenho na avaliação do comportamento entre os 58 países mais industrializados (CCPI 2012), mantendo a posição de 2011.<BR>O Climate Change Performance Index (CCPI) é um instrumento inovador que traz maior transparência às políticas climáticas internacionais. O índice é da responsabilidade da organização não governamental de ambiente GermanWatch e da Rede Europeia de Acção Climática. A Quercus, que integra este Rede, colaborou na avaliação qualitativa pericial efectuada a Portugal. O anúncio foi hoje efectuado em conferência de imprensa na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP17), que está a ter lugar em Durban na África do Sul.<BR>&nbsp;<BR>Portugal ficou classificado em 14º lugar em termos de melhor desempenho relativamente às políticas na área das alterações climáticas numa classificação que compara o desempenho de 58 países que, no total, são responsáveis por mais de 90% das emissões de dióxido de carbono associadas à energia.<BR>&nbsp;<BR>O índice mostra que nenhum país dos considerados pode ser destacado como tendo um desempenho satisfatório no que respeita à protecção do clima. O critério específico para esta avaliação são as medidas tomadas por cada país para assegurarem à escala global um aumento de temperatura inferior a 2ºC, em relação à era pré-industrial. O CCPI 2012, tal como no ano passado, não tem vencedores, porque nenhum país está a fazer o esforço necessário para evitar uma alteração climática com consequências dramáticas. O objectivo do índice é aumentar a pressão política e social, nomeadamente nos países que têm esquecido até agora o seu trabalho interno no que respeita às alterações climáticas.<BR>&nbsp;<BR>O CCPI resulta de três componentes parciais que são somadas de modo a criar uma classificação de desempenho em termos de política sobre alterações climáticas, nos países avaliados. A primeira componente (tendência das emissões) analisa a evolução das emissões, nos últimos anos, de quatro sectores: energia eléctrica, transportes, residencial e indústria. A segunda componente refere-se às emissões (nível de emissões) relacionadas com a energia em de cada país, integrando variáveis como o produto interno bruto e as emissões per capita. A terceira e última componente (política de emissões) resulta duma avaliação da política climática do país a nível nacional e internacional. A componente de tendência pesa 50%, a componente nível de emissões 30% e as políticas climáticas são ponderadas em 20%. Os dados são retirados da Agência Internacional de Energia e das submissões efectuadas pelos países, sendo as políticas climáticas avaliadas por peritos internacionais na área das alterações climáticas, tendo a Quercus participado a este nível para Portugal.<BR>&nbsp;<BR>&nbsp;<BR>Portugal mantém 14ª posição com classificação “bom”<BR>&nbsp;<BR>Portugal obteve em 2012, a 14ª posição na classificação final global (1º é o melhor), tendo ficado em 22ª posição na componente tendência de emissões, 14ª na componente de nível de emissões e 20º na componente de políticas climáticas, mantendo a mesma posição que no CCPI 2011 na análise global (apresentado em Dezembro de 2010, em Cancún). No CCPI 2010 Portugal ocupou a 12ª posição global e no índice de 2009 a 15ª.<BR>&nbsp;<BR>O lugar de Portugal este ano reflecte o nível de emissões per capita relativamente baixas e ter um conjunto de medidas consignadas (mesmo que algumas não implementadas) para reduzir as emissões. Estes dados reflectem também a crise económica e financeira que em muito contribui para o país assegurar o cumprimento do Protocolo de Quioto apenas com medidas internas. É nas emissões associadas ao sector residencial e no recurso às energias renováveis que há uma clara melhoria da classificação, sendo que nos outros sectores as variações são pequenas em relação ao ano anterior.<BR>&nbsp;<BR>&nbsp;<BR>Países marcantes no índice<BR>&nbsp;<BR>Os melhores lugares (a começar no 4º lugar, dada a ausência dos três primeiros) foram para três países europeus - a Suécia, o Reino Unido e a Alemanha. Os piores países são a Arábia Saudita, Irão e Cazaquistão.<BR>&nbsp;<BR>A Suécia regressa assim ao topo principalmente pelo baixo nível de emissões e pela tendência decrescente em áreas como o sector residencial. Já o Brasil (em 7º lugar) perdeu o lugar de topo pelas suas emissões crescentes e pelo aumento da desflorestação desde o final de 2010. A Índia recuou treze lugares dada forte tendência de aumento das suas emissões. Já o desempenho da China (em 57º lugar) está cheio de contradições pelo enorme peso que as suas emissões têm á escala global e por ainda não se reflectir no índice a maior presença de renováveis em implementação. Os Estados Unidos da América (em 52º lugar) melhoraram duas posições à custa da crise económica, sendo que o efeito mais visível em termos de emissões foi sentido com Irlanda e Espanha que melhoraram dez posições em relação ao ano passado (para 17º e 35º lugares, respectivamente). A Polónia (em 56º lugar) tem no quadro europeu uma posição no fim da tabela, muito devido às posições políticas de bloqueio ao aumento da meta de redução para 30% durante a sua Presidência do Conselho Europeu.<BR>&nbsp;<BR>O relatório será disponibilizado em inglês pela Quercus através do blogue <A href="http://durban.blogs.sapo.pt">http://durban.blogs.sapo.pt</A> e no sítio <A href="http://www.quercus.pt">www.quercus.pt</A>.<BR>]]></description><dc:subject>Portugal é o 14º país com melhor desempenho na avaliação do comportamento entre os 58 países mais industrializados          </dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2011-12-06</dc:date></item><item><title>Aires Pereira apresenta estudo sobre o tarifário da água na Póvoa</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=216</link><description><![CDATA[<DIV>Aires Pereira, Vice-Presidente da Câmara Municipal e Vereador do Pelouro do Ambiente, apresentou, na passada quarta-feira, um estudo realizado pelo município sobre o tarifário da água aplicado no concelho desde Setembro de 2010. Este trabalho, segundo o autarca, permite comprovar que “quer para os consumidores domésticos, quer para os não domésticos, o tarifário da água da Póvoa de Varzim não é o mais caro do país, como tantas vezes já ouvi”. </DIV>
<DIV>&nbsp;</DIV>
<DIV>De facto, neste estudo, verifica-se que o município penaliza os que mais consomem, por considerar que estes têm, também, melhores circunstâncias financeiras para pagar mais. Em comparação com os concelhos mais próximos (Esposende, Trofa, Famalicão, Vila do Conde, Barcelos e Maia) constata-se que a Póvoa de Varzim tem a segunda tarifa mais barata no que diz respeito ao consumo doméstico de 0m3. Nos consumos de 5m3 e 10m3, o município não é o que mais cobra: Esposende é o concelho mais caro, seguido pela Póvoa. No entanto, no caso do consumo de 5m3, a diferença entre a Póvoa de Varzim e o terceiro mais caro é de apenas €0,07 (sete cêntimos). </DIV>
<DIV>&nbsp;</DIV>
<DIV>No que diz respeito ao consumo de 10m3, €0,72 (setenta e dois cêntimos) nos separam de ter a água mais cara da região. Portanto, o tarifário aplicado pelo município aos consumidores domésticos de 0m3, 5m3 e 10m3 não é o mais caro e, de sublinhar, que 64% dos munícipes estão incluídos neste lote. Nos consumos de 15m3 e 20m3, a Póvoa de Varzim tem o tarifário mais caro, mas apenas 15% da população consome estes metros cúbicos. </DIV>
<DIV><BR>No consumo não doméstico, que inclui o comércio e a indústria, a Póvoa de Varzim cobra a água mais barata aos consumidores de 0m3 de todos os concelhos acima referidos, com a grande diferença de €31,8 (trinta e um euros e oito cêntimos) para Barcelos, que tem a tarifa mais cara. Os estabelecimentos que consomem 5m3, 10m3 e 15m3 também não pagam a água mais cara das imediações. É a segunda água mais barata nos 5m3, a terceira mais barata nos 10 m3 e a quinta mais barata nos 15m3. Estas três quantidades representam 7% dos consumidores.<BR>Finalmente, nos consumos de 100m3 a 2000m3, a Póvoa cobra a água mais cara, indo ao encontro do que o Vereador do Pelouro do Ambiente explicou: “Um hipermercado, uma grande empresa e um hospital têm o maior consumo do concelho e também têm, com certeza, condições para pagar mais”. <BR></DIV>
<DIV>O autarca pronunciou-se, ainda, sobre o Tarifário Social: “Está presente neste estudo o trabalho dos técnicos de Acção Social. Muitas vezes nos acusaram de ter uma atitude pidesca, mas o resultado está aqui. Através das visitas domiciliárias realizadas para deferimento dos pedidos de Tarifário Social, várias famílias foram encaminhadas para as diferentes áreas e instituições sociais a que tinham direito mas que, por desconhecimento, não estavam a usufruir”. A título de exemplo: 19 casos foram encaminhados para o Instituto de Emprego e Formação Profissional, 18 agregados foram encaminhados para requerer o Rendimento Social de Inserção, nove pessoas foram encaminhadas para o Complemento Solidário de Idosos, cinco encaminhamentos para o Banco Alimentar e um encaminhamento para uma bolsa universitária. Aires Pereira acrescentou que 2100 pedidos foram apresentados para usufruir do Tarifário Social e que 1788 processos foram indeferidos (564 apresentaram processos superiores ao estipulado, 518 tiveram relatórios desfavoráveis dos técnicos de Acção Social, 450 possuíam mais do que um imóvel, 131 foram anulados a pedido do requerente, 69 não eram titulares dos contratos e 56 por falta de apresentação de documentos). De acrescentar que este Tarifário Social tem custos financeiros para a autarquia. A facturação de Dezembro de 2010 a Agosto de 2011, com esta tarifa, foi de €38.583,75. Sem a aplicação do Tarifário Social, a facturação seria de €69.749,30, o que se traduz numa perda de €31.165,55. </DIV>
<DIV><BR>Aires Pereira sublinha que “temos muito trabalho pela frente, mas novas ferramentas que nos permitem avançar a passos largos para a modernização e contenção de custos, como é o caso da Loja do Ambiente online e a aplicação de novos contadores. A partir de Janeiro um novo serviço irá surgir para facilitar a vida dos consumidores: a facturação digital”. <BR>Neste último ano, o município apresentou uma nova face no que diz respeito ao serviço de abastecimento de água, resíduos sólidos e saneamento básico. O Vice-Presidente destacou que “nos últimos dez meses, a adesão dos munícipes à rede de saneamento básico, já que 800 ligações em todas as freguesias do concelho foram efectuadas. Isto resultou de uma prática que adoptamos que permite o pagamento em prestações até 24 meses e que fez com os munícipes aderissem em massa e contássemos com 800 novos consumidores”. <BR></DIV>]]></description><dc:subject>Aires Pereira apresenta estudo sobre o tarifário da água na Póvoa</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2011-12-02</dc:date></item><item><title>Município da Maia nomeou ‘Gestor Local de Energia’</title><link>http://www.adeporto.eu/noticias/detalhes.php?id=217</link><description><![CDATA[<P>A Câmara Municipal da Maia deliberou, por unanimidade, nomear como ‘Gestor Local de Energia’ a Chefe de Divisão de Conservação e Manutenção de Edifícios e Equipamentos Municipais, Adelina Magalhães Rodrigues, mestre em Gestão de Energia.</P>
<P>Esta nomeação, que surge em ligação com a parceria da Câmara Municipal da Maia com a ‘nova’ AdEPorto – Agência de Energia do Porto, agora envolvendo oito Municípios da AMP (norte do Douro) irá&nbsp;&nbsp; permitir que a actividade do Município&nbsp; no&nbsp; domínio da energia, responda aos novos desafios da energia sustentável bem como ao que está previsto no Programa de Eficiência Energética na Administração Pública — ECO.AP.<BR></P>]]></description><dc:subject>Município da Maia nomeou ‘Gestor Local de Energia’</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2011-11-29</dc:date></item></channel></rss>
